terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A Rede Social Facebook e os Relacionamentos Reais

Qual a importância de se manter um relacionamento real? Como as redes sociais interferem em nossa vida? Qual a diferença entre uma amizade real e uma virtual? O Pr. Kleber Gonçalves apresenta este assunto de uma forma bem dinâmica através do projeto Nova Semente da Igreja Adventista do 7º Dia.

Acompanhe a palestra neste momento:


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A Lei de Deus e o Sábado

 
Publicado por Junho 15, 2008 por Seventh Day

Este estudo tem 100% de suporte bíblico. Sendo assim, que o Espírito de Deus nos ajude a compreender a Sua Santa Palavra.

Um Estudo 100% Bíblico sobre: AS ESCRITURAS, A LEI DE DEUS E O SÁBADO.

Antes de iniciarmos o estudo sobre “A substituição do dia de Deus”, queremos dizer que: não colocamos esta lição para ofender qualquer pessoa ou denominação religiosa, mas mostrar o que Satanás fez com a Lei de Deus, especialmente o sábado, ao longo da História, usando para isso homens que se sujeitaram aos seus enganos.

“A terra pranteia e se murcha; o mundo enfraquece e se murcha; enfraquecem os mais altos do povo da terra. Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos e quebram a aliança eterna. Por isso, a maldição consome a terra, e os que habitam nela serão desolados; por isso, serão queimados os moradores da terra, e poucos homens restarão.” (Isaías 24:4 a 6)

Como melhorar o culto J.A.

O culto JA não é a única tarefa do Ministério Jovem, mas ocupa um lugar extremamente importante. Ele é o momento onde os jovens se desenvolvem e tem momentos de adoração. Por isso, é preciso buscar maneiras de desenvolvê-lo.

Muitos líderes tratam o Culto JA como uma atividade opcional, e ai está o motivo do descrédito do programa em muitas igrejas. Alguns tratam o Culto JÁ como um show que só deve ser feito quando existem estrelas para participar (Um grupo, um orador, etc.). Outros o encaram como um compromisso desgastante demais que não pode ser realizado todo o Sábado porque não existem idéias, público, colaboradores, e por isso é cansativo. Alegam que não há fôlego para um ano, sendo assim, é melhor ir devagar.

Agora, pense comigo: é justo oferecer apenas shows à igreja, e deixá-la sem programa quando eles não existem? Será justo deixar de fazer o Culto JA por considerá-lo desgastante? Será que este é o único programa desgastante da igreja? O que você e eu diríamos se o Pastor distrital decidisse fazer o culto de oração da Quarta a noite apenas uma vez por mês, ou se a equipe da Escola Sabatina fizesse seu programa quinzenalmente? Isso parece absurdo, não? E Porque muitas vezes achamos que com o Culto JA é diferente?

Para que ele ocupe seu verdadeiro papel é preciso dar atenção a algumas questões fundamentais:

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O significado do carnaval

Saiba: Quando foi criado, por qual motivo e porque não devemos (nós cristãos) comemorá-lo.

O Carnaval, essa festa que arrebata multidões para as ruas, promove desfiles suntuosos, comelança, excessos em geral e também muita violência, liberalidade sexual etc.

Ao estudarmos a origem do Carnaval, vemos que ele foi uma festa instituída para que as pessoas pudessem se esbaldar com comidas e festa antes que chegasse o momento de consagração e jejum que precede a Páscoa, a Quaresma. Veja o que a The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 nos diz a respeito:
“O Carnaval é uma celebração que combina desfiles, enfeites, festas folclóricas e comelança que é comumente mantido nos países católicos durante a semana que precede a Quaresma.
Carnaval, provavelmente vem da palavra latina “carnelevarium” (Eliminação da carne), ticamente começa cedo no ano novo, geralmente no Epifânio, 6 de Janeiro, e termina em Fevereiro com a Mardi Gras na terça-feira da penitência (Shrove Tuesday).” (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)
Em contra partida vemos que isso era apenas um pretexto para que os romanos e gregos continuassem com suas comemorações pagãs, apenas com outro nome, já que a Igreja Católica era quem ditava as ordens na época e não era nada ortodóxo se manter uma comemoração pagã em meio a um mundo que se dizia Cristão.

“Provavelmente originário dos “Ritos da Fertilidade da Primavera Pagã“, o primeiro carnaval que se tem origem foi na Festa de Osiris no Egito, o evento que marca o recuo das águas do Nilo.

Os Carnavais alcançaram o pico de distúrbio, desordem, excesso, orgia e desperdício, junto com a Bacchanalia Romana e a Saturnalia.

Durante a Idade Média a Igreja tentou controlar as comemorações. Papas algumas vezes serviam de patronos, então os piores excessos eram gradualmente eliminados e o carnaval era assimilado como o último festival antes da ascensão da Quaresma.

A tradição do Carnaval ainda é comemorada na Bélgica, Itália, França e Alemanha. No hemisfério Ocidental, o principal carnaval acontece no Rio de Janeiro, Brasil (desde 1840) e a Mardi Gras em New Orleans, E.U.A. (dede 1857).

Pré-Cristãos medievais e Carnavais modernos tem um papel temático importante. Eles celebram a morte do inverno e a celebração do renascimento da natureza, ultimamente reunímos o individual ao espiritual e aos códigos sociais da cultura. Ritos antigos de fertilidade, com eles sacrifícios aos deuses, exemplificam esse encontro, assim como fazem os jogos penitenciais Cristãos. Por outro lado, o carnaval permite paródias, e separação temporária de constrangimentos sociais e religiosos. Por exemplo, escravos são iguais aos seus mestres durante a Saturnália Romana; a festa medieval dos idiotas inclui uma missa blasfemiosa; e durante o carnaval fantasias sexuais e tabus sociais são, algumas vezes, temporariamente supensos.” (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)

A Enciclopédia Grolier exemplifica muito bem o que é, na verdade, o carnaval. Uma festa pagã que os católicos tentaram mascarar para parecer com uma festa cristã, assim como fizeram com o Natal.

Os romanos adoravam comemorar com orgias, bebedices e glutonaria. A Bacchalia era a festa em homenagem a Baco, deus do vinho e da orgia, na Grécia, havia um deus muitíssimo semelhante a Baco, seu nome era Dionísio, da Mitologia Grega Dionísio era o deus do vinho e das orgias. Veja o que The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 diz a respeito da Bacchanalia, ou Bacanal, Baco e Dionísio e sobre o Festival Dionisiano:

“O Bacanal ou Bacchanalia era o Festival romano que celebrava os três dias de cada ano em honra a Baco, deus do vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração, o que ocasionou sua proibição em 186dC.” (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade).

Essa descrição da Bacchanalia encaixa como uma luva em Carnaval

“Da Mitologia Romana, Baco era o Deus do vinho e da orgia. O filho de Semele e Júpiter, Baco era conhecido pelos gregos como Dionísio. Sua esposa era Ariadine.”
“Dionísio era o antigo deus grego da fertilidade, danças ritualísticas e misticismo. Ele também supostamente inventou o vinho e também foi considerado o patrono da poesia, música e do drama.
Na lenda Órfica Dionísio era o filho de Zeus e Persephone; em outras lendas, de Zeus e Semele. Entre os 12 deuses do Monte Olimpo ele era retratado como um bonito jovem muitas vezes conduzido numa carruagem puxada por leopardos. Vestido com roupas de festa e segurando na mão uma taça e um bastão. Ele era geralmente acompanhado pela sua querida e atendido por Pan, Satyrs e Maenades. Ariadine, era seu único amor.”
“O Festival Dionisiano era muitas vezes orgíaco, adoradores algumas vezes superavam com êxtase e entusiasmo ou fervor religioso. O tema central dessa adoração era chamado Sparagmos: deixar de lado a vida animal, a comida dessa carne, e a bebida desse sangue. Jogos também faziam parte desse festival.” (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade).

O Festival Dionisiano então, não parecer ser a mesma coisa que a Bacchanalia e o Carnaval?


Nós, os Cristãos, não devemos concordar de modo algum com essa comemoração pagã, que na verdade é em homenagem a um falso deus, patrono da orgia, da bebedice e dos excessos, na verdade um demônio.

Qual o significado dos “sábados” mencionados em Colossenses 2:16-17?

Em Colossenses 2:14-17, Paulo está falando das “ordenanças” cerimoniais do Antigo Testamento que cessaram com a morte de Cristo na cruz (verso 14). O verso 17 descreve essas ordenanças como “sombras” de um “corpo” que é Cristo, e Hebreus 8:5 fala do próprio sacerdócio que as oficiava como “figura e sombra das coisas celestiais”. Qualificando esses “sábados” como sombras “das coisas que haviam de vir” (versos 16-17), Paulo os distingue do sábado semanal, que é um memorial da criação (ver Gn 2:1-3; Êx 20:8-11; 31:16-17; Hb 4:4, 9-11), para identificá-los com os sábados anuais de Israel (ver Lv 23:4-44), que prefiguravam a redenção em Cristo.

A declaração “ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados” (Cl 2:16) é semelhante à de Oséias 2:11: “Farei cessar todo o seu gozo, as suas Festas de Lua Nova, os seus sábados e todas as suas solenidades.” As expressões “seus sábados” e “vossos sábados” (em contraste com “Meus sábados” e o “sábado do Senhor”) referem-se nas Escrituras geralmente ao ano sabático de descanso da terra (Lv 25:1-7; 26:34-35; 43; II Cr 36:21) ou às santas convocações anuais dos israelitas, também denominadas de sábados (Lv 23:27 e 32). Esses sábados cerimoniais cessaram com a morte de Cristo (Cl 2:14-17), enquanto o sábado semanal continua vigente durante a “nova aliança” (Jr 31:31-33; Is 56:1-7; Hb 4:9-11).

Cremos, portanto, que os autores batistas Jamieson, Fausset e Brown estão corretos ao interpretarem Colossenses 2:16 nos seguintes termos: “SÁBADOS (não “os sábados”) do Dia da Expiação e da Festa dos Tabernáculos chegaram ao fim com os serviços judaicos aos quais pertenciam (Lv 23:32, 37-39). O sábado semanal repousa sobre um fundamento mais permanente, havendo sido instituído no Paraíso para comemorar o término da criação em seis dias. Levíticos 23:38 distingue claramente ‘o sábado do Senhor’ dos demais sábados.”

Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista Sinais dos Tempos, março de 1998, p. 29.

Fonte: SÉTIMO DIA

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

“Por que eu odeio a religião, mas amo Jesus” By Jefferson Bethke

Foram mais de 70 mil comentários no canal de Jefferson Bethke.

O jovem evangelista Jefferson Bethke, membro da igreja  Mars Hill Church em St. Auburn, Washington, diz que tem no coração “o desejo de levar o Evangelho de Jesus Cristo para mudar vidas”.

Dia 10 de janeiro ele publicou no YouTube um vídeo intitulado “Why I Hate Religion, But Love Jesus” [Por que eu odeio a religião, mas amo Jesus]. Com uma produção simples, da CIK Productions  e dirigido por Matthew Robertson, que já produziu vários grupos cristãos.

O rapaz, em frente a uma câmara declama sua poesia em forma de versos rimados que procura mostrar a diferença entre Jesus e a religião.

Para sua surpresa, ele se tornou vídeo mais assistido do ano no Youtube, com mais de onze milhões de acessos. Com toda essa repercussão, acabou gerando centenas de comentários sobre o verdadeiro significado da fé e se tornou matéria de vários sites cristãos e ateus.

A maioria dos críticos diz que Bethke usa de falsos argumentos, pois diz não gostar de religião mas defende o cristianismo (que é uma religião) e de tentar desacreditar a igreja, criticando-a.

Foram mais de 70 mil comentários no seu canal do Youtube. Ele esclarece que procurou apenas expor a hipocrisia e legalismo de muitas igrejas.  Mesmo assim, foi bombardeado de perguntas de outros cristãos sobre as suas motivações.

Acabou escrevendo em seu Facebook um desabafo: “Se você estiver usando o meu vídeo para detonar com a ‘igreja’, tenha cuidado. Eu nunca tive a intenção de fazer isso”.

Segue a versão legendada para que cada um tire suas próprias conclusões:



Fonte: SÉTIMO DIA

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Por que os jovens deixam a fé?

Mais do que em gerações anteriores, os jovens crentes entre 20 e 30 têm abandonado a fé.

Momentos importantes fazem parte da jornada de todo jovem quando ingressa na idade adulta: a chegada à universidade, o começo da carreira, a compra do primeiro apartamento, o casamento e – no caso de muitos cristãos hoje em dia – o distanciamento da fé. Para cada vez mais rapazes e moças na faixa entre os 20 e os 30 anos, tudo o que se aprendeu ao longo de anos e anos de escola dominical infantil, atividades de grupos de adolescentes ou reuniões de oração da mocidade simplesmente parece perder o sentido diante da realidade da vida autônoma e suas múltiplas possibilidades. Motivos para tal esfriamento não faltam: o sentimento de liberdade pessoal, o convite aos prazeres antes proibidos, a ênfase exagerada na vida profissional e no próprio sucesso… Longe da tutela dos pais crentes, jovens que um dia eram vistos na igreja como promissores nas mãos de Deus vão, pouco a pouco, assumindo um estilo de vida mundano. E logo já não são nem um pouco diferentes de seus amigos que jamais estiveram num culto.

Não há, dizem, uma razão específica. O que se alega é um certo cansaço da vida religiosa ou a impressão de que a história do Evangelho, afinal de contas, não é tão verdadeira assim.

Todo crente conhece pessoas nesta situação. E a quantidade de gente que deixa a igreja para trás tem aumentado – só no Brasil, segundo o último Censo, já há cerca de 14% de evangélicos confessos sem ligação formal com uma igreja. A tendência é mais aguda entre os jovens adultos, e não apenas por aqui. Na última edição da Pesquisa Americana de Identificação Religiosa, um fato chamou a atenção. A porcentagem de americanos que responderam “sem religião” praticamente dobrou nas últimas duas décadas, crescendo de 8,1% nos anos 90 para 15% em 2008. O estudo também observou que assombrosos 73% deles vêm de famílias religiosas – e quase dois terços foram descritos no estudo como “ex-convertidos”.

O resultado de outra pesquisa também foi expressivo. Em maio de 2009, no Fórum de Religião e Vida Pública, os cientistas políticos Robert Putnam e David Campbell apresentaram uma pesquisa descrevendo o fato de que jovens estão abandonando a religião em “ritmo alarmante”, cinco a seis vezes mais rapidamente do que anteriormente registrado. Fato é que a sociologia já descobriu que a migração para longe da fé cristã, por parte de jovens antes engajados na vida eclesiástica, é um fenômeno crescente. E uma resposta para este fato requer primeiramente uma análise de tal êxodo e o questionamento honesto das razões pelas quais ocorre.

Por que as letras do teclado não seguem a ordem alfabética?

Você já se perguntou alguma vez por que o teclado não segue uma Ordem alfabética?

Vivemos em uma era digital, em que o computador já está se tornando algo indispensável, e até as crianças já se sente familiarizadas com o tipo de teclado que temos hoje, que leva o nome de QWERTY, devido as suas primeiras letras.

Essa confusa ordem deixa qualquer um “catando milho” em sua primeira vez, mas o objetivo dessa ordem é exatamente esse, “ fazer com que as pessoas catem milho”.

As primeiras máquinas de escrever costumavam travar quando a datilografia era muito rápida, quando a maquina foi inventada pelo impressor americano Chistopher Latham Sholes (1819 – 1890) em 1868, elas eram ordenadas em ordem alfabética como podemos ver a sequência quase completa da segunda fileira DFGHJKL, as mudanças foram feitas para forçar o datilografo a bater nas teclas com uma força adequada, fazendo com que as letras mais usadas como a letra “A” fossem usadas pelo dedo mínimo.

Em 1932 o também americano August Dvorak psicólogo educacional e professor de educação, formulou um teclado muito eficiente para a Língua inglesa, onde era possível escrever 3000 palavras só na fileira principal, contra apenas 50 do velho e confuso QWERTY, que mesmo assim acabou sendo o escolhido por que o povo já estava familiarizado com ele, dificultando assim qualquer mudança, mesmo que para melhor, e acabaram escolhendo o antigo e antiquado pelo eficiente e melhor.

O medo de mudanças faz com que muitas pessoas deixem de experimentar o melhor das pessoas, estão tão acostumadas com esse mundo, que perderão de vista a promessa de Deus. “Faço nova todas as coisas” Apocalipse 21:5

O Grupo Virtual Adventista está de volta!!!

Saudações queridos amigos e irmãos em Cristo. É com grande alegria que venho comunicar que o GRUPO VIRTUAL ADVENTISTA está de volta aqui no Blogger. Após semanas de lutas para resolver uma falha que estava ocorrendo no blog, comunico que agora, acredito que podemos seguir com nossos trabalhos.

Agradeço a todos pela paciência e por não terem desistido de nós. Agradeço a Deus pela oportunidade de retorno e pela solução do problema.

A partir de agora, podemos voltar com nossas atividades e participações. Portanto, ajudem-nos a divulgar nosso blog e o nosso retorno a seus contatos. Comentem por favor.

Não vamos esquecer que nosso objetivo é anunciar as Boas Novas da Salvação. Jesus está voltando!!!!

Grande abraço a todos e que Deus os abençoe.

Vagner Martines

Inscreva-se em nosso Canal no Youtube

Olá meus amigos, tudo bem?

Gostaria de convidar a todos a visitarem nosso canal do Grupo Virtual Adventista no Youtube. Ainda estamos começando. Por isso será uma grande alegria tê-los por lá. Já temos alguns vídeos inseridos e em breve estaremos colocando mais. 

Inscreva-se agora mesmo, clicando na imagem abaixo:





Creia Nessa Promessa

Nem tudo são flores ao longo da estrada. Luzes e sombras, triunfos e derrotas, tristezas e alegrias, vêm de mãos dadas na vida de cada um.

Mas nas horas escuras da noite, não pense que você está só. O desespero do ser humano sempre foi e sempre será a oportunidade de Deus.

Ele está presente com você nessas horas. Cristo é o manancial do verdadeiro conforto. Sua face amorosa, Seu olhar compassivo, estão voltados para você!

Ele está te dizendo agora: “Eis que Eu estou com você todos os dias…” Creia nessa promessa. Creia nesse Deus – nesse Pai Eterno que nunca falha.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O Grande Conflito - Lições em PDF

“Uma contínua batalha prossegue entre as forças do bem e as forças do mal. Estamos agora no meio … deste conflito e não podemos ser neutros. Devemos nos posicionar de um lado ou do outro” Ellen White.

Neste grande conflito, o que está em jogo é a vida ou a morte eterna!

“Vivemos em um mundo onde o bem e o mal, o certo e o errado lutam pela supremacia. Há apenas dois lados nesse grande conflito espiritual. De que lado estamos? Esta é uma escolha de conseqüências eternas, porque a vida e a morte são, literalmente, eternas” Clifford Goldstein.

Só há uma maneira de conhecer sobre este conflito e só há um livro, A Bíblia Sagrada, que revela tudo que você precisa saber para estar do lado vencedor.

Abaixo segue as 18 lições em *.pdf para você estudar!

(Clique aqui, caso você não tenha o Adobe reader instalado, para abrir os arquivos.)









Fonte: SÉTIMO DIA

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Sepultamento ou Cremação

Por George W Reid

Um dos membros mais velhos de nossa família nos disse que, quando morrer, gostaria de ser cremado em vez de sepultado. O pedido gerou uma grande discussão entre nós. Todos somos cristãos. Tem a Bíblia alguma orientação sobre esse assunto tão delicado?

Os adventistas do sétimo dia nunca tomaram uma posição sobre cremação, porque nossa compreensão bíblica acerca da morte e ressurreição faz com que o assunto perca sua importância (veja Jó 19:27; Daniel 12:2; Lucas 24:39). Contrários à idéia de uma dicotomia entre corpo e alma, afirmamos que o ser humano tem uma existência física tanto antes da morte como na ressurreição. O Deus que nos criou no princípio é igualmente capaz de nos recriar das cinzas da incineração, ou do pó que resulta do lento processo da decomposição. Todas substâncias orgânicas retornam a seus elementos básicos. A única diferença é sobre quanto tempo isso leva.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A Família e as Dívidas

Uma grande fonte de atritos em família, especialmente entre o casal, é gerada por dificuldades financeiras.. É muito comum vermos a mulher, os filhos, e mesmo o pai, pretendendo manter um nível de vida incompatível com o nível de renda. O resultado? Tensões crescentes, perda da paz de espírito, desentendimentos, noites em claro. Com freqüência, a saúde de alguém no lar é afetada de forma profunda pelas tensões geradas a partir do desequilíbrio financeiro.

Estatísticas mostram que grande parte das separações entre casais tem sua principal causa em problemas de ordem financeira. Mais ainda: muitos lares têm sido arrasados pelo suicídio de um dos cônjuges (geralmente o marido), arrastado a esse gesto extremo por problemas financeiros no lar. Quão trágicas conseqüências podem acarretar a ausência de cuidadoso planejamento doméstico!

Não podemos ignorar que muitas vezes se deixa um mau exemplo aos filhos e a outros membros da família, no tocante a este assunto. Deveríamos nos empenhar para que este problema de dívidas não se torne “hereditário”.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Dinossauros, a Bíblia fala sobre eles?

Oferecem a Bíblia e os escritos de Ellen G. White alguma base para a crença na existência desses estranhos animais?

Anos atrás, depois de terminar uma palestra para universitários e profissionais liberais, fui abordado por um pastor. Ele me pediu que tentasse convencer a esposa dele sobre a existência dos dinossauros. 

Ela era professora e se recusava a ensinar os alunos sobre esse tema. Compreendi que atrás daquela negativa havia uma luta para compreender o mistério que deixa perplexas algumas pessoas e fascina outras: Como explicar a passada existência (e extinção) dos dinossauros, num contexto bíblico?

A negação da existência dos dinossauros tem se tornado mais difundida do que gostaríamos de admitir, mesmo considerando nossa sociedade científica com pesquisas altamente avançadas em todas as áreas, incluindo geologia e paleontologia. Essas ciências parecem fora de lugar em nossas instituições educacionais e raramente são consideradas por nossos jovens na escolha de sua carreira profissional. Como cristão e paleontólogo, tenho que enfrentar diariamente a noção de uma evolução biológica envolvendo milhões de anos e posso compreender que algumas pessoas temem ser envolvidas por uma filosofia contraditória às Escrituras.

Entretanto, é possível estudar fósseis, rochas e evolução, sem renunciar à fé. Nossa apreciação da beleza e do mistério da criação da Terra e sua história subsequente depende em grande parte de como e o que professores e pastores estão ensinando nas igrejas e escolas.
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