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sábado, 26 de setembro de 2015

O Poder da Oração

Damos sempre graças a Deus… quando oramos por vós… Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da Sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual. Col. 1:3 e 9.
No dia 14 de Abril de 1912, o famoso navio Titanic partiu da Inglaterra para Nova Iorque, Estados Unidos. Era sua primeira viagem e ninguém imaginava que também seria a última. Às 23h40, o navio chocou-se contra um bloco de gelo. Abriu-se um enorme buraco no seu casco e ele começou a afundar lentamente. Em instantes, desapareceu. Mais de 1.500 pessoas morreram naquela noite.
O coronel Archibald Gracie era um dos passageiros. Sua esposa o aguardava em Nova Iorque, a milhares de quilômetros do local do acidente. Porém, naquela noite, ela não conseguia dormir. Uma estranha sensação pairava no ar. Por isso resolveu orar, mal sabendo que seu esposo lutava entre a vida e a morte nas águas do Atlântico Norte. Finalmente, a Sra. Gracie sentiu paz. Mais tarde, ela disse: “Foi como se os braços de Deus me envolvessem. Voltei para a cama e dormi.”
Naqueles momentos, quando o coronel pensou que ia morrer e, sem forças, já estava desistindo de lutar, um barco salva-vidas apareceu, como se viesse do nada. Em desespero, ele agarrou-se ao costado do barco e sentiu braços fortes o puxarem para dentro.
Deus responde as orações. E feliz é a família cujos membros oram uns pelos outros. A oração intercessória é bíblica. Confinado a uma prisão romana, Paulo confortou os filipenses com as palavras “Fazendo sempre, com alegria, súplicas por todos vós.” Filip. 1:4. Aos colossenses, ele disse: “Não cessamos de orar por vós.” Col. 1:9. Paulo cria na oração.
Ellen White também acreditava no poder da intercessão. E nos incentivou a orar mais, ao escrever: “Não apreciamos como devíamos o poder e eficácia da oração. A oração e a fé farão o que nenhum poder da Terra conseguirá realizar.” – A Ciência do Bom Viver, pág. 509. Busque a Deus, peça que Ele responda à sua oração de fé, e observe as maravilhas que Ele fará.
Pr. Mark Finley – Sobre a Rocha
Fonte: SÉTIMO DIA

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Iniciando uma Vida Cristã

Aqui está uma carta surpreendente de um dos representantes de nossa escola bíblica na África:

“Cinco anos atrás, recebi um pedido do pessoal da Voz da Profecia para visitar um prisioneiro que era aluno da escola bíblica postal. Eu mostrei o pedido para as autoridades da prisão, que graciosamente me deram a permissão para a visita. Em virtude do desejo profundo daquele homem de estudar a Bíblia, eu o visitava regularmente.

Seis meses depois da minha primeira visita, ele pediu para ser batizado e se unir à igreja. As autoridades concordaram em arranjar as coisas necessárias para que o batismo pudesse ocorrer na prisão. Os carcereiros e outros prisioneiros se ajuntaram para testemunhar um dos mais tocantes batismos que já tive o privilégio de oficiar.

Pouco depois disso, nosso irmão foi libertado da prisão, apesar de ainda ter muito tempo restante para completar a pena. Quando perguntei o motivo, foi me dito que sua vida tinha mudado tão drasticamente, e ele era uma testemunha tão poderosa do seu Salvador e da sua religião que não se conseguia mais vê-lo nem tratá-lo como prisioneiro. Esse homem voltou ao convívio de sua família, e hoje é um líder de uma das nossas congregações no lugar onde mora”.

1. QUAL É O SIGNIFICADO DO BATISMO?

Quando esse prisioneiro se tornou um cristão e sua vida mudou completamente, por que foi necessário que ele fosse batizado? Numa conversa com Nicodemos, o líder da comunidade religiosa que foi ver Jesus à noite, Jesus ressaltou para ele a importância e o significado do batismo:

“Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo… se não nascer da água e do Espírito”. João 3:3, 5 (A não ser quando indicado, todos os textos bíblicos da série DESCOBERTAS BÍBLICAS são da Nova Versão Internacional da Bíblia [NVI].).

Portanto, de acordo com Jesus, precisamos ser nascidos “da água e do Espírito”. “Nascer do Espírito” significa entrar numa nova vida mediante uma mudança de mente e de coração. Por envolver um tipo de experiência completamente novo, e não apenas um aperfeiçoamento do velho estilo de vida, o ato de fazer parte do reino de Deus é denominado novo nascimento. O batismo pela água é um símbolo exterior que retrata a mudança interior. Nosso colaborador na África batizou um prisioneiro como reconhecimento de seu compromisso com Cristo e como símbolo da transformação que o Espírito Santo estava operando em seu caráter.

2. POR QUE EU DEVERIA SER BATIZADO?

Nossa salvação é possível em virtude de três grandes atos de Cristo:

“Cristo MORREU pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi SEPULTADO e RESSUSCITOU no terceiro dia, segundo as Escrituras”. I Coríntios 15:3, 4

Cristo possibilitou a nossa salvação mediante a Sua morte, sepultamento e ressurreição.

“Ou vocês não sabem que todos nós, que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos BATIZADOS EM SUA MORTE? Portanto, fomos SEPULTADOS COM ELE na morte POR MEIO DO BATISMO, a fim de que, ASSIM COMO CRISTO FOI RESSUSCITADO DOS MORTOS mediante a glória do Pai, TAMBÉM NÓS VIVAMOS UMA VIDA NOVA”. Romanos 6:3, 4

Cristo morreu por nossos pecados, foi sepultado, e então ressurgiu da tumba para nos dar uma nova vida de justiça. Ao sermos batizados, estamos simbolicamente participando de Sua morte, sepultamento e ressurreição. O batismo significa que morremos para o pecado com Cristo, sepultamos nossa vida de pecado com Cristo, e estamos ressurgindo para viver “uma nova vida” em Cristo. A morte e a ressurreição de Jesus se tornam a nossa própria morte e ressurreição. Deus pode fazer com que morramos para o pecado, como se tivéssemos crucificado nossa vida de pecado. Ele pode nos ressuscitar para as coisas do Espírito, como se estivéssemos ressuscitando dos mortos.

O ato físico do batismo representa simbolicamente os passos da conversão. Primeiramente, somos mergulhados na água, somos imersos completamente, da mesma forma que uma pessoa que morre é enterrada e coberta com terra. Isso mostra que estamos desejosos de morrer com Cristo e enterrar nosso velho estilo de vida. O batismo é um funeral, uma despedida formal de uma existência na qual o pecado nos dominava. Então, somos erguidos da água pela pessoa que está nos batizando, da mesma forma que uma pessoa é ressuscitada do túmulo. Isso mostra que somos uma “nova criação”, que recebemos a “nova vida” prometida por Deus.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

O jejum e a santificação


“Então, romperá a tua luz como a alva, a tua cura brotará sem detença, a tua justiça irá adiante de ti, e a glória do Senhor será a tua retaguarda” (Isaías 58:8).

Em sua obra Coma Pouco e Viva Muito, Jean Rialland, fala dos benefícios físicos do jejum: “A finalidade do jejum, higienicamente é, portanto, contribuir para o repouso do organismo e permitir-lhe o trabalho de purificação. Com efeito deste, o organismo é deixado a si mesmo, sem influência alimentar ou medicamentosa, e começa imediatamente uma ordem e um expurgo que se denomina de desintoxicação’’.
Segundo Ellen G. White, o jejum realmente tem um poder terapêutico: “A intemperança no comer é muitas vezes a causa da doença, e o que a natureza precisa mais é ser aliviada da indevida carga que lhe foi imposta. Em muitos casos de doença, o melhor remédio é o paciente jejuar por uma ou duas refeições, a fim de que os sobrecarregados órgãos digestivos tenham oportunidade de descansar” (Conselhos Sobre Regime Alimentar, pág. 189). Porém, além de revitalizar o organismo, o jejum pode gerar um positivo resultado espiritual: “Agora e daqui por diante até ao fim do tempo, deve o povo de Deus ser mais fervoroso, mais desperto, não confiando em sua sabedoria, mas na sabedoria de seu Líder. Devem pôr de parte dias de jejum e oração. Pode não ser requerida a completa abstinência de alimento, mas devem comer moderadamente, do alimento mais simples” (Conselhos Sobre Regime Alimentar, págs.188-189).

O jejum na Bíblia - No Antigo Testamento, o jejum só era prescrito na lei para o Dia da Expiação, mas em determinadas épocas se multiplicavam os dias de jejum por comemoração de aniversários de lutos. Temos exemplos de pessoas que jejuaram por vários motivos. Os israelitas jejuaram após a morte dos filhos de Benjamim (Juízes 20:26). Davi e seus companheiros jejuaram por causa da morte de Saul (2 Samuel 1:12). Davi também jejuou quando intercedia pelo seu filho com Bate-Seba (2 Samuel 12:21-23); e Ester jejuou antes de interceder pelos judeus perante o rei Assuero (Ester 4:16). Josafá quando estava para enfrentar os filhos de Moabe e os filhos de Amom, convocou todo o Judá para jejuar ( II Crônicas 20:5)
O Novo Testamento fala que Jesus jejuou quarentas dias. Os judeus piedosos jejuavam duas vezes por semana, na segunda e na quinta-feira. Esta prática, em si mesma, não foi aprovada ou reprovada por Jesus, mas Ele ensinou que o jejum fosse sincero e não tivesse a finalidade de aparentar maior santidade. Como motivo de orgulho espiritual, a prática foi reprovada: “Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram o rosto com o fim de parecer aos homens que jejuam. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa’’ (Mateus 6:16).

O jejum e a santificação - Por outro lado, o jejum praticado por Jesus, tinha três objetivos fundamentais. Primeiro, estava ligado à oração e comunhão com o Pai. Segundo, como um meio para vencer os ataques de Satanás. Terceiro, um modelo espiritual para todos nós.
“Quando Cristo Se via mais tenazmente assaltado pela tentação, não comia nada. Confiava-Se a Deus, e mediante fervorosa oração e perfeita submissão à vontade de Seu Pai, saía vencedor. Os que professam a verdade para estes últimos dias, acima de todas as outras classes de professos cristãos, devem imitar o grande Modelo na oração” (Conselhos Sobre Regime Alimentar, pág. 186).
Para os nossos dias o jejum pode nos trazer vários benefícios espirituais. Dentre esses queremos destacar três: purificação do coração, cria uma situação favorável para a meditação na Palavra de Deus e para a oração. A orientação profética para nós é seguinte: “Para certas ocasiões, o jejum e oração são recomendáveis e apropriados. Na mão de Deus são o meio de purificar o coração e promover uma disposição de espírito receptiva. Obtemos resposta às nossas orações porque humilhamos nossa alma perante Deus”(Conselhos Sobre Regime Alimentar, págs. 187-188).
Em muitas ocasiões especiais o jejum foi praticado por Jesus e foi um recurso fundamental para que Ele se saísse vitorioso em todos os confrontos com as hostes satânicas. Agora pense: se Cristo que tinha uma visão espiritual tão profunda, necessitou do jejum, imagine nós. Como você tem enfrentado as suas lutas e provações? Tem usado esta ferramenta poderosa? Se não por que? Gostaria de lhe convidar para começar um programa de jejum semanal até o fim dessa jornada, aceita o desafio? Caso não tenha costume de jejuar sem ingerir nenhum alimento, comece um jejum com sucos naturais ou com uma refeição em 24 horas conforme aprendeu no SEE II. Certamente, como Jesus e os demais crentes, você deve ter lutas, tentações e provações no seu dia a dia, então em nome de Jesus passe a jejuar e sua vida espiritual vai ser outra. Vivendo essa experiência as pessoas por quem você está orando serão mais abençoadas e você será ainda mais do que elas. Aceita o desafio? Então em oração fale para a Trindade que a partir de agora você será mais um cristão a entrar nas fileiras daqueles que jejuam.

O verdadeiro jejum – Colocando em prática essa experiência sagrada a nossa mente será mais aberta para as necessidades do próximo, ou seja aquele que padece necessidade que está mais próximo a mim, em especial familiares, visinhos e amigos. Vivendo na presença do Pai da abundância será impossível ser indiferente ás necessidades dos que sofrem. Afinal quem são as mãos e pernas do Criador e Mantenedor dos necessitados? Não porventura as minhas? O jejum no seu sentido amplo está diretamente relacionado a esse assunto, ele tem um sentido também um sentido pró-ativo, escutemos o profeta Isaías a esse respeito: “Porventura, não é este o jejum que escolhi: que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as ataduras da servidão, deixes livres os oprimidos e despedaces todo jugo? Porventura, não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados, e, se vires o nu, o cubras, e não te escondas do teu semelhante?” (Isaías 58:6-7).
Alice Gray, em seu livro Histórias Para o Coração, pág. 46, narra um fato que nos leva a refletirmos sobre “o verdadeiro jejum” do qual fala o profeta Isaías.
Logo depois do término da Segunda Guerra Mundial, a Europa começou a juntar os cacos que restaram. Grande parte da Inglaterra fora destruída e encontrava-se em ruínas. Talvez o lado mais triste da guerra tenha sido assistir às crianças órfãs morrendo de fome nas ruas das cidades devastadas.
Certa manhã muito fria de Londres, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Quando ele virou a esquina, dirigindo um jipe, avistou um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria. Lá dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinha. Faminto e com os olhos arregalados, o menino observava todos os movimentos do confeiteiro. O soldado parou o jipe junto ao meio-fio, desceu, e caminhou em silêncio até o local onde o menino se encontrava. Através do vidro embaçado pela fumaça, ele viu aquelas rosquinhas quentes e de dar água na boca retiradas do forno. O menino salivou e deu um leve gemido quando o confeiteiro as colocou no balcão de vidro com todo o cuidado.
Em pé, ao lado do menino, o soldado comoveu-se diante daquele órfão desconhecido.
– Filho… você gostaria de comer algumas rosquinhas?
O menino assustou-se.
– Ah, sim… eu gostaria!
O soldado entrou na confeitaria e comprou uma dúzia de rosquinhas; colocou-as dentro de um saco de papel e dirigiu-se ao local onde o menino se encontrava, sob a neblina gelada da manhã de Londres. Ele sorriu, entregou-lhe as rosquinhas, e disse simplesmente:
– Aqui estão.
Quando o soldado se virou para se afastar, sentiu um puxão em sua farda. Ele olhou para trás e ouviu o menino perguntar baixinho:
– Moço… você é Deus?
Lógico que aquele homem não era Deus, mas ele praticou um ato divino. O mundo não será transformado por pessoas que apenas fazem longos jejuns e orações, mas quando homens e mulheres estiverem dispostos a quebrarem o jejum do faminto e atenderem as orações do próximo.
O verdadeiro jejum, pode aproximar o homem das verdades contidas na palavra de Deus, mas não pode distanciar o homem do sofrimento humano.

Miguel Pinheiro Costa é teólogo

quarta-feira, 16 de maio de 2012

É possível viver uma vida santa?


1 – Viver em santidade significa separar-se do mundo. Isso não quer dizer que você terá de fugir para as montanhas, isolar-se e nunca mais falar com incrédulos. Significa que terá de separar seu coração do sistema de valores do mundo e valorizar as coisas que Deus considera mais importantes.

2 – Viver em santidade significa purificar-se. Purificar-se não é vestir uma túnica branca e cobrir tudo o que não é santo em sua vida. Antes, é pedir para o Deus santo purificar seu coração.

3 – Viver em santidade significa viver no Espírito, e não na carne. Nossos pensamentos carnais podem desqualificar-nos tanto quanto nossas ações. Ore para Deus ajudar você a viver no Espírito, não na carne.

4 – Viver em santidade significa afastar-se da imoralidade sexual. A maior mentira na qual nossa sociedade acredita é imaginar que o pecado sexual é aceitável. Peça para Deus manter você sexualmente puro na mente e no corpo.

5 – Viver em santidade significa ser santificado por Jesus. Uma vez que aceitamos a Jesus, não podemos manter nosso antigo estilo de vida pecaminoso. Agora que Cristo vive em nós e o Espírito Santo nos guia e nos transforma, não temos mais desculpas para andar segundo nossos velhos hábitos.

6 – Viver em santidade significa andar perto de Deus. Só conseguimos ver o Senhor com clareza quando nos esforçamos para caminhar perto dEle em pureza e paz. “Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14).

7 – Viver em santidade significa deixar Deus nos guardar. Santidade é a vontade de Deus para nossa vida, algo que Ele planejou para nós desde o princípio. E Ele é capaz de nos manter santos. Quando nosso coração deseja viver em pureza e fazer aquilo que é certo, Deus nos guarda de cair em pecado. 1 – Viver em santidade significa separar-se do mundo.Isso não quer dizer que você terá de fugir para as montanhas, isolar-se e nunca mais falar com incrédulos. Significa que terá de separar seu coração do sistema de valores do mundo e valorizar as coisas que Deus considera mais importantes.

Stome Omartina é escritora

Originalmente publicado em http://novotempo.com/amiltonmenezes/2012/03/28/e-possivel-viver-uma-vida-santa/

terça-feira, 26 de julho de 2011

Prioridades

Quero perguntar a você uma coisa: O que é mais importante em sua vida?

Talvez, você poderia responder que a igreja é mais importante, ou talvez os amigos, a família, o trabalho, Deus, o dinheiro, etc. Mas com tantas coisas e necessário analisar algumas coisas. A vida é cheia de novidades e coisas que nos atrai. Com o corre-corre da vida, nossa rotina acaba sendo a busca incansável por dinheiro, bens de consumo, lazer e muito mais. Assim, fica difícil separar o que é mais importante. Fica difícil priorizar as coisas.

Por mais que seja difícil priorizar as coisas da vida, precisamos ter em mente o que é prioridade e procurar seguir uma coisa de cada vez, até tudo isso se tornar um hábito. 

O que é prioridade? O que vem primeiro?

sexta-feira, 27 de maio de 2011

10 Maneiras de Ensinar a Criança a Orar!

"Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo como passar dos anos não se desviará deles." (Provérbios 22:6 - Bíblia Sagrada NVI)

1- Ser uma pessoa de oração! Visto que as crianças aprendem a partir daquilo que vêem em seu ambiente, o elemento fundamental para ensinar crianças menores a orar é sermos pessoas de oração.

2 - Usar linguagem apropriada e do dia a dia com elas, e ver que as orações sejam breves, simples, sinceras e diretas. Assegure-se de orar a respeito de fatos do dia a dia a fim de que cada criança possa compreender. Por exemplo: toda vez que ouvir as sirenes do carro de bombeiros, pare! Profira uma oração em voz alta. Faça-a com as crianças.

Dicas para desenvolver o senso da presença de Deus:

1.Fale com Deus como um amigo. Quando você estiver sozinho fale com Ele em voz alta e diga tudo que vai ao seu coração.

2. A presença de Deus é espiritual e por isso real, sendo assim, tente imaginar como seria sua presença física. Tal exercício o fará lembrar-se que Deus está realmente presente com você a todo o momento.






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